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H. H. Holmes:

O 1º serial killer Americano em tradução inédita no Brasil.

“Eu nasci com o diabo em mim. Eu não pude evitar o fato de que eu era um assassino, não mais do que um poeta pode evitar a inspiração ou um homem intelectual a ambição de ser grande. A inclinação do assassinato veio-me tão naturalmente como a inspiração para fazer as coisas certas vem para a maioria das pessoas. O mal estava ao lado da cama quando eu era trazido ao mundo e ele tem estado comigo desde então”.

 

H. H. Holmes, o 1º serial killer americano, é a tradução da autobiografia escrita pelo próprio assassino na prisão, enquanto aguardava a sua sentença entre o ano de 1894 a 1895.

 

O homem que ficou conhecido pela construção do bizarro hotel apelidado de Castelo da Morte, na verdade nasceu Herman Webster Mudgett em 1861 em Gilmanton, New Hampshire. Mudgett foi estudante de medicina da Universidade de Michigan, o que lhe deu a oportunidade de começar sua carreira de crimes: roubo e comércio de cadáveres para as faculdades de medicina, além de fraudes de seguros.

 

Mas esse foi apenas o começo. O que o tornaria famoso na verdade seria sua vida repleta de estelionato, bigamia, roubo e assassinatos. E claro, a construção do estranho prédio, supostamente feito para comportar um grande público que a cidade de Chicago se preparava para receber devido à famosa Feira Mundial de Chicago, ou Exposição Universal de 1893, uma feira mundial reconhecida pela exibição de inovações tecnológicas.

 

Na atualidade, devido à natureza de seus crimes – focados em assassinato especialmente de jovens mulheres – O conhecido Dr. Henry H. Holmes seria considerado o primeiro serial killer da história estadunidense.

 

Esta publicação se trata da tradução inédita no Brasil da autobiografia escrita por Holmes enquanto estava na cadeia e publicada em 1895 Na época, seu caso era acompanhado por todo o país através dos jornais e cada passo da investigação era ansiosamente aguardado pelo público, tal qual um romance de fascículo, como os famosos contos de mistério e suspense tão na moda naquela época.

 

Controverso, em um primeiro momento ele assume apenas algumas mortes, mas ao decorrer da narrativa, o número de assassinatos aumenta. A quantidade de pessoas que sofreram nos quartos e câmaras escondidas, com ácidos, gases venenosos e fornalhas ainda hoje é incerta.

 

Devido a pouca confiabilidade do relato do biógrafo, esta publicação conta com um prefácio de Christian Dunker, psicanalista e professor titular da USP, especialista em Psicologia, Psicanálise e Comportamento. O posfácio é de Luigi Barbieri Ferrarini, mestre e especialista em direito criminal que traz algumas palavras sob a ótica de um criminalista. A Tradução é feita por Aukai Leisner, professor e tradutor de textos de política, filosofia e psicanálise.

 

A edição conta também com algumas páginas em fác-símile de recortes dos jornais da época que noticiavam tanto as investigações quanto o julgamento do mais famoso serial killer do século XIX na América.

 

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